CONCURSOS

 

Anualmente, o Departamento Pedagógico do Museu do Holocausto de Curitiba lança um desafio às escolas da rede pública e particular de todo o Brasil: um concurso com o objetivo de estimular discussões contemporâneas, usando a Shoá como pano de fundo. Com regulamentos, critérios e prazos bem definidos, cada concurso premia trabalhos de alunos e reconhece a capacidade de planejamento e execução por parte do professor.

O Museu estimula a assertividade e a objetividade do relato da experiência dos educadores, além da consistência pedagógica e conceitual. É fundamental que a metodologia não se demonstre centrada na transmissão de conhecimentos, com uma visão dogmática de transferência de informação, tendo o professor como única fonte de informação.

Não importa o recorte: os projetos devem criaram reais condições de aprendizagem, desenvolvendo as habilidades e competências fundamentais para cada idade.

 

CONCURSOS 2024

Aberto a artistas, designers e todos que tenham interesse em expressar suas interpretações deste evento histórico, a proposta visa educar e sensibilizar as gerações presentes e futuras.

O objetivo é utilizar a expressão artística como ferramenta educativa e provocativa, apresentando uma mensagem importante sobre o que podemos aprender com este episódio, que marcou um ponto de virada crucial no tratamento aos judeus pelo regime nazista, e destacando sua relevância e impacto nos dias de hoje.

A iniciava é inspirada num projeto do museu Yad Vashem, em Jerusalém, que anualmente lança um concurso similar voltado ao Dia Internacional em Memória às Vítimas (27 de janeiro).

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CONCURSOS ANTERIORES

Resistência Armada – 80 anos do Levante do gueto de Varsóvia

O Museu do Holocausto de Curitiba, com o objetivo de estimular a discussão do que foi a resistência armada durante o Holocausto, evidenciando o maior levante judaico e a primeira revolta urbana na área europeia ocupada pelos alemães, lançou um concurso para as escolas de EF II (somente o 9º ano) e Ensino Médio de todo o Brasil.

 

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Aristides de Sousa Mendes e os Justos nos dias de hoje

Aristides de Sousa Mendes era cônsul português em Bordeaux, na França, quando esta foi invadida pela Alemanha nazista durante a 2ª Guerra Mundial. Contra as orientações oficiais, ele expediu milhares de vistos, salvando a vida de inúmeros cidadãos (judeus ou não) da Espanha, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, França, Polônia, Tchecoslováquia e Áustria. Por este motivo, foi considerado pelo museu Yad Vashem, em Jerusalém, um “Justo entre as Nações”.

E hoje? Quem seriam estas pessoas que se dedicam a fazer o bem ao outro, sem medir esforços ou pedir algo em troca?

Com esta pergunta em mente, o Museu do Holocausto de Curitiba promoveu este concurso, com o objetivo de dar visibilidade a ações solidárias.  A proposta de trabalho consistiu numa produção textual individual que narrasse uma história verdadeira de alguém, na atualidade, que tenha se dedicado a ações em benefício de outros, utilizando os princípios éticos de solidariedade e arriscando sua própria vida.

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Infelizmente, o tema do trabalho infantil ainda é relevante no contexto brasileiro e em outras partes do mundo. Pensando nisso, o Museu do Holocausto de Curitiba lançou o concurso com o objetivo de discutir esta temática, a partir de um material histórico, trazendo à tona a criação e preservação dos direitos universais da criança.

A proposta é derivada de um álbum histórico, provavelmente criado oficina de costura do gueto, durante o período das deportações para o campo de extermínio nazista de Chelmno. Crianças e adolescentes trabalhavam sob a direção de Leon Glazer, que deu aos jovens considerável material e suporte moral para criarem os desenhos. Encontrado nas ruínas do gueto, o álbum foi entregue ao museu Yad Vashem, em Jerusalém, em 1971. Ele possui 17 pinturas anônimas, com uma pequena descrição em polonês.

O principal objetivo do concurso era discutir o contexto em que o trabalho infantil aparece no material e como ele é visto na sociedade atual.

 

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